Mishnah Capítulo 8 – Tradução para Sefaria.org

(Versículo 1º) Aquele que ferir o seu companheiro é responsável por ele por cinco categorias [de pagamento]: danos, dor, saúde, desemprego e vergonha. Em caso de danos, como [isso é calculado?] Aquele que de quem é tirado os olhos, cortado a mão, quebrada a perna – nós o vemos como se ele fosse um escravo vendido no mercado, e nós avaliamos o quanto ele valia [antes do ferimento] e quanto vale a pena agora. Dor? Quando ele foi queimado com um espeto ou uma unha – mesmo em sua unha – qualquer coisa onde não houvesse ferimento [permanente], avaliamos o quanto uma pessoa semelhante gostaria de pagar para ser poupada dessa [dor]. Cuidados de saúde? Quando ele atacado, ele [o que permitiu a agressão] é responsável por seus custos de saúde. Se inchaços surgiram sobre ele [a vítima], se eles foram por causa do ataque, então ele é responsável; mas se não foi por causa do ataque, ele está isento. Se o inchaço sarou e depois reabriu e depois sarou e reabriu, ele é responsável por sua saúde. Se curou inteiramente, ele está isento de sua cura. Desemprego? Nós o vemos como se ele fosse um guarda de cantis, já que ele já lhe deu o valor [pela perda] de sua mão ou de sua perna. Vergonha? Tudo depende daquele que envergonha e daquele que é envergonhado. Aquele que envergonha uma pessoa nua, uma pessoa cega ou uma pessoa adormecida é responsável [obrigatoriamente paga pela vergonha resultante]. Se uma pessoa [estando] adormecida constranger [alguém], ele estará isento. Aquele que cai do telhado e causou danos e vergonha, ele é responsável por danos e isento de vergonha, como está escrito: “[quando dois homens lutam e a esposa de um sai para salvar o marido,] e ela coloca para fora sua mão e agarra seus genitais (lit. danos sua vergonha) [você deve cortar a mão] “(Deuteronômio 25: 11-12). Ninguém é responsável por vergonha a menos que tenha intentado causar isso.

(Versículo 2º) Esta é uma severidade em relação a uma pessoa [que causou dando] sobre um boi: uma pessoa paga danos, dor, cuidados de saúde, desemprego e vergonha, e paga o valor dos fetos, enquanto um boi [o proprietário do boi que causou danos à outro boi] paga apenas danos, e está isento do valor dos fetos.

(Versículo 3º) Aquele que golpeia seu pai ou sua mãe, mas não causou uma ferida, e aquele que fere seu companheiro em Yom Kippur, ele é responsável por todos [Cinco]. Aquele que fere um escravo hebreu (um judeu) é responsável em todos os cinco, exceto pelo desemprego — quando o escravo é seu. Aquele que fere um escravo Cananita (um gentio) pertencente a outro, é responsável em todos [Cinco]. O rabino Yehudah diz: escravos não têm vergonha.

(Versículo 4º) A ocorrência de [ferir] um surdo-mudo, um shoteh ou um menor é lamentável. Aquele que os ferir é responsável e, se estes [surdo-mudo, shoteh ou menor] ferir outros, estará isento. [ferir] O escravo e a mulher: suas ocorrências são lamentáveis. Aquele que os ferir é responsável e, quando eles ferem outros, são isentos. No entanto, eles [o escravo e a mulher podem] pagar depois de algum tempo – [se por exemplo] a mulher se divorciar ou o escravo é libertado, então eles [o escravo e a mulher] são obrigados a pagar.

(Verísulo 5º) Aquele que agride seu pai ou sua mãe e os fere, e aquele que fere seu companheiro no shabat, está isento de todos [cinco] porque será julgado por sua vida. Aquele que fere seu próprio escravo cananeu (um gentio), ele está isento de todos [cinco].

(Versículo 6º) Aquele que grita com o seu companheiro, ele lhe dá uma sela (vinte zuz). Rabi Yehudah em nome de Rabbi Yose, o Galileu, diz: “a maneh (cem zuz)”. Aquele que bate em seu companheiro, ele lhe dá duzentos zuz; com as costas da mão, ele lhe dá quatrocentos zuz. Se ele dividir a orelha, arrancar o cabelo, cuspir [nele] e seu cuspe o tocar, tirar a capa dele ou descobrir a cabeça de uma mulher na rua, ele lhe dá quatrocentos zuz. (Este é o princípio 🙂 é tudo de acordo com a honra da pessoa. Rabi Akiva diz: “Mesmo os pobres de Israel, nós os vemos como se fossem pessoas livres que perderam suas propriedades, porque são filhos de Abraão, Isaque e Jacó.” (E) houve um incidente de alguém descobrindo a cabeça de uma mulher na rua. Ela veio antes do rabino Akiva, e ele [rabino Akiva] exigiu que ele [o responsável] lhe desse quatrocentos zuz. Ele disse a ele: “Rabino, me dê tempo”. Então ele deu tempo a ele. [O homem] observou-a ficar na entrada de seu pátio, quebrou uma jarra na frente dela, e nela havia oito óleos. Ela descobriu a cabeça e pegou o óleo e esfregou as mãos na cabeça. Ele colocou testemunhas contra ela e ele veio antes de Rabi Akiva. Ele disse a ele: “Rabino, para ela eu devo dar quatrocentos zuz ?!” Ele respondeu: “Você não disse nada [este seu argumento não significa nada]”. Aquele que se machuca, mesmo que não seja permitido, está isento. Outros que o ferem são responsáveis. E aquele que corta seus próprios brotos, mesmo que não seja permitido, está isento. Outros que cortam seus brotos são responsáveis.

(Versículo 7º) Mesmo quando ele [o responsável] lhe der [o pagamento], ele não será perdoado até que ele o peça [perdão] dele [da vítima], como diz: “Portanto, restaure a esposa [de Abraão] [- ele é um profeta e intercederá por você]” (Gênesis 20: 7). E de onde sabemos que o perdoador não deve ser cruel? Como diz, “Abraão orou a Deus e Deus curou Avimelech” (Gênesis 20:17). Aquele que diz: “Tire meus olhos”, “Corte minha mão”, “Quebre minha perna”, ele [que fez o ato] é responsável. [Aquele que diz: “Arranque meu olho] na condição de que você esteja isento”, ele é responsável. “Rasgue minhas roupas”, “Quebre meu vaso”, ele é responsável. [Se foi dito] com a condição de que você estará isento, ele está isento. “Faça isso para fulano sob a condição de que você estará isento”, ele é responsável se é seu corpo ou sua propriedade.

Fonte original: https://www.sefaria.org/Mishnah_Bava_Kamma.8.1?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 12/04/2019, consulted in 04/12/2019).

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Mishnah Capítulo 7 – Tradução para Sefaria.org

(Versículo 1º) Maior é a regra da dupla restituição do que a regra da restituição quádrupla ou quíntupla, pois a regra da dupla restituição se aplica tanto ao que tem vida como ao que não tem vida, enquanto a regra de quádrupla e quíntupla restituições se aplica apenas a um boi ou ovelhas, como diz, “Se um homem roubar um boi ou uma ovelha e matá-lo ou vendê-lo, ele pagará cinco bois por um boi e quatro ovelhas por uma ovelha” (Êxodo 21:37). Quem rouba de um ladrão não paga a restituição dupla; E aquele que mata ou vende o que já foi roubado não paga quatro ou cinco restituições.

(Versículo 2º) Se ele roubou [um boi ou uma ovelha] de acordo com a evidência de duas testemunhas e matou-o ou vendeu-o de acordo com a evidência de dois outros, ele deve pagar quatro ou cinco restituições. Se ele roubou [um boi ou uma ovelha] e o vendeu no sábado, ou o roubou e o vendeu para uso idólatra, ou o roubou e o matou no Dia da Expiação; Se ele roubou o que era do pai dele e o matou ou vendeu, e depois seu pai morreu; Se ele roubou e matou e depois dedicou-o ao Templo – ele deve pagar quatro ou cinco restituições. Se ele roubou e depois matou para usar em cura, ou para ser alimento para cães; ou se ele o abatesse e se descobrisse que era um tereifah [um animal dilacerado], ou se ele o matasse no pátio do Templo como comida comum, ele deveria pagar quatro ou cinco restituições, o rabino Shimon isenta nestes dois últimos casos.

(Versículo 3º) Se ele roubou [um boi ou uma ovelha] de acordo com a evidência de duas testemunhas, e o matou ou vendeu de acordo com suas evidências, e eles são considerados zommemin [testemunhas falsas], eles devem pagar a penalidade inteira. Se ele o roubou de acordo com a evidência de duas testemunhas, e o matou ou vendeu de acordo com a evidência de duas outras testemunhas, e ambos os pares são testemunhas falsas, os primeiros pagam a restituição dupla e os últimos pagam a restituição tripla . Se o segundo conjunto [apenas] for encontrado como falso testemunho, o ladrão deve fazer uma restituição dupla e fazer uma tripla restituição. Se alguém do segundo grupo de testemunhas for considerado falso testemunha, a evidência do outro é nula. Se uma das primeiras testemunhas foi considerada uma testemunha falsa, toda a evidência é anulada, pois se não houver [evidência] de roubo, não há [provas] para abate ou venda.

(Versículo 4º) Se ele roubou [um boi ou uma ovelha] de acordo com a evidência de duas testemunhas e o matou ou vendeu de acordo com a evidência de uma testemunha ou de acordo com suas próprias evidências, ele paga duas vezes restituição, mas não paga quatro ou cinco vezes a restituição . Se ele roubou [um boi ou uma ovelha] e matou no sábado, ou roubou e matou para uso idólatra, ou roubou o que era do pai dele e seu pai morreu, e depois o abateu ou vendeu, ou se ele roubou e depois dedicou-o ao Templo, e depois o abateu ou vendeu, ele paga uma dupla restituição, mas não a restituição de quatro ou cinco vezes. Rabbi Shimon diz: Coisas sagradas pelas quais ele é responsável [se danificado ou perdido] ele deve pagar a restituição de quatro ou cinco vezes; mas se ele não é responsável por eles, ele está isento.

(Versículo 5º) Se ele vendesse tudo menos uma centésima parte [e.g, noventa e nove por cento do objeto roubado], ou se tivesse parceria, ou se o matasse [o animal roubado] e [o objeto ou animal roubado] se tornasse impróprio [para ser usado ritualmente] por sua própria mão, ou se ele perfurasse a traqueia ou arrancasse sua garganta, ele paga a restituição dupla, mas não a restituição quádrupla ou quíntupla. Se ele o roubou no domínio do proprietário, mas o abateu ou o vendeu fora do domínio do proprietário, ou se ele o roubou fora do domínio do proprietário e o abateu ou vendeu no domínio do proprietário; ou se ele roubou e abateu ou vendeu no domínio do proprietário; ou se ele roubou e abateu ou vendeu fora do domínio do dono, ele deve pagar quatro ou cinco restituições. Mas se ele roubou e abateu ou vendeu no domínio do proprietário, ele está isento.

(Versículo 6º) Se ele estivesse arrastando e domando [dirigindo o animal por meio de cabestro ou algo similar] e [o animal] morresse no domínio do proprietário, ele [o ladrão] estaria isento. Se ele o levantou ou retirou [o animal] do domínio do proprietário e ele [o animal] morreu, ele é responsável. Se ele o trouxesse como primogênito para seu filho, ou o desse a seu credor, ou a um tutor não pago, ou a um devedor, ou a um tutor pago, ou a um alugador, e um deles estivesse arrastando-o para longe e morreu no domínio do dono [proprietário de quem foi roubado], ele está isento. Se [um deles] o tiver levantado ou retirado do domínio do proprietário, ele é responsável.

(Versículo 7º) É proibido criar pequenos rebanhos (ovelhas, cabras, etc) na Terra de Israel, mas é permitido criá-los na Síria ou nas terras selvagens da Terra de Israel. É proibido criar aves em Jerusalém por causa das “Coisas Sagradas”, [aves podem trazer impurezas para itens sacrificados], nem os sacerdotes podem criá-las [em qualquer lugar] na Terra de Israel por causa das [leis relativas] a comidas puras. É proibido criar porcos em qualquer lugar. Não se deve domar [guiar] um cachorro a menos que esteja amarrado com uma corrente. É proibido colocar armadilhas para pombos, a menos que estejam à trinta ris [distância medida] de um lugar habitado.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah%20Bava%20Kamma%203:11?next=/Mishnah_Bava_Kamma.7.1?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 03/03/2019, consulted in 03/03/2019).

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Mishnah capítulo 6 – Tradução para Sefaria.org

(Versículo 1º) Um homem que leva ovelhas em um curral e tranca a porta na frente delas corretamente, mas as ovelhas escapam e causam danos, ele está isento. Se ele não trancou a porta na frente delas corretamente, e saiu e causou dano, ele é responsável. Se a parede quebrou durante a noite, ou se ladrões quebraram e as ovelhas escaparam e causaram danos, ele está isento. Se ladrões as tiraram[de dentro do curral], então os ladrões são responsáveis.

(Versículo 2º) Se o dono delas as deixou no sol, ou as deixou sob os cuidados de um surdo-mudo, um insano, ou um menor, e elas escaparam e causaram dano, ele [o dono] é responsável. Se ele as entregasse aos cuidados de um pastor, [e] o pastor entra [aceita se tornar responsável pelas ovelhas] em seu lugar [ele assume a responsabilidade]. Se uma ovelha caiu em um jardim e se beneficiou [comeu capim, grama, se banhou na água existente ali], ele [o dono] paga do que beneficiou. No entanto, se tivesse caído da maneira usual [normal] e causasse dano, ele pagaria o dano que causou. Como a recompensa é paga pela quantidade de dano? Nós comparamos o valor da medida de uma seah [medida de volume] no campo como era antes do dano, com qual seu valor agora [após dano]. Rabi Shimon diz: Se consumir frutas maduras, ele paga [valor de] frutos maduros. Se consumir o valor de um se’ah, ele paga um se’ah. Se valia dois se’ah, [então] dois se’ah.

(Versículo 3º) Aquele que fez uma pilha de feixes no campo de seu companheiro sem sua permissão, e o gado do dono do campo comeu os feixes, ele [o dono do campo] está isento. Se [o gado] foi ferido por eles, ele [o dono dos feixes] é responsável. Se ele fez a pilha com sua permissão, o dono do campo é responsável.

(Versículo 4º) Aquele que envia um fogo [candeia, vela, lamparina, tocha, etc.] nas mãos de um surdo-mudo, de um insano, ou de um menor [de idade, segundos as leis judaicas] é isento pelas leis do homem, mas ele é responsável pelas leis do céu. Se ele o enviou [o fogo] nas mãos de uma pessoa de bom senso [civilmente autônomo, mentalmente e fisicamente idôneo], o de bom senso é [ou se torna] responsável. Se alguém trouxe o fogo e outro trouxe [para perto dele] a madeira, aquele que trouxe a madeira é responsável. Se alguém trouxe a madeira e outro trouxe fogo, aquele que trouxe o fogo é responsável. Se outro veio e acendeu o fogo, quem acendeu o fogo é responsável. Se o vento abanou as chamas, eles estão todos isentos. Aquele que enviou fogo e [este] consumiu a lenha, pedras ou poeira, ele é responsável [o que trouxe o fogo], como diz: “Quando um fogo irrompe e se espalha para os espinhos, de modo que o milho empilhado seja consumido, ou o milho em pé, ou o campo, Aquele que acendeu o fogo certamente fará restituição. ”(Êxodo 22: 5) Se ele passar por cima de uma cerca de quatro côvados de altura, ou por um caminho público, ou por um rio, ele está isento. Aquele que acendeu fogo dentro de seu próprio domínio, até que ponto ele precisa se espalhar [para que ele seja responsável]? O rabino Eleazar ben Azariah diz: Nós olhamos como se estivesse no meio de um espaço de kor [75.000 metros quadrados]. O rabino Eliezer diz: Dezesseis côvados [em todas as direções] como uma via pública. Rabbi Akiva diz: Cinquenta côvados. Rabino Shimon diz: “Aquele que acendeu o fogo certamente fará restituição”, tudo está de acordo com a natureza do fogo.

(Versículo 5º) Alguém que ateou fogo a uma pilha de feixes e nela havia utensílios e estes pegaram fogo: Rabbi Yehudah diz: Ele deve pagar pelo que estava nele. Mas os sábios dizem: Ele paga apenas por uma pilha de trigo ou cevada. Se um garoto ficou preso a ele [cercado pelo fogo] e um escravo estava por perto, e eles foram queimados juntos, ele [o que trouxe o fogo] é responsável. Se houvesse um escravo preso a ele [cercado pelo fogo] e uma criança estivesse por perto e eles fossem queimados juntos, ele [o que trouxe o fogo] não é responsável. E os Sábios concordam com o rabino Yehudah que, se alguém incendia um grande edifício, ele deve pagar por tudo que está nele; Pois [desde que é obvio], é costume que as pessoas deixem [seus itens] em suas casas.

(Versículo 6º) Se uma faísca sair de debaixo do martelo [e.g. no trabalho do ferreiro ou metalúrgico] e causar dano, ele é responsável. Se um camelo carregado de linho passou em domínio público e sua carga de linho entrou [escapou do camelo e caiu dentro] em uma loja e pegou fogo pela [ao entrar em contato com a] vela do comerciante e acendeu uma casa grande em chamas, o dono do camelo é responsável. Mas se o lojista deixou a sua vela lá fora, o lojista é responsável. Rabi Judah diz: Se fosse uma vela de Hannukah, ele está isento.

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Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.6.1?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 09/02/2019, consulted in 02/09/2019.).

Mishnah capítulo 5 – Tradução para Sefaria.org

(Versículo 1º) Se um boi escorneou uma vaca [e ela morreu] e sua recém-nascida foi encontrada [morta] ao seu lado, e não se sabe se a vaca deu à luz antes do boi a ter ferido, ou se a vaca deu à luz depois que o boi a feriu, ele [o proprietário do boi] paga metade da indenização pela vaca e um quarto por danos ao recém-nascido. E se uma vaca feriu um boi [e este boi revidou] e sua vaca recém-nascida foi encontrada ao seu lado, e não se sabe se ela [a vaca] deu à luz antes dela ter escorneada ou se depois que ela deu à luz, ele [o proprietário da vaca] paga metade de danos do [valor da] vaca e um quarto de danos [do valor] do recém-nascido.

(Versículo 2º) Um oleiro que trouxe seus potes para o pátio de um chefe de família sem permissão, e o gado do dono da casa os quebrou, ele [o dono da casa] está isento. E se eles [o gado] foram feridos por eles [pelos potes] o proprietário dos potes é responsável. Mas se ele os trouxer com permissão [do dono da casa], o dono do pátio é responsável. Se alguém trouxesse seu produto para o pátio de um dono de casa sem permissão, e o gado do dono da casa o comesse, ele [o dono da casa] estaria isento. E se o gado foi ferido por eles o proprietário do produto é responsável. Mas se ele trouxesse com permissão o proprietário do pátio é responsável.

(Versículo 3º) Se ele trouxer seu boi para o pátio de um chefe de família sem permissão e o boi do dono do lar [esconear o seu boi] ou o cachorro do dono da casa o morderem [o seu boi], ele [o dono da casa] está isento. Se ele feriu o boi da casa, ele [o dono do boi intruso] é responsável. Se caiu em sua cisterna e poluiu sua água, ele [o dono do boi intruso] é responsável. Se o pai ou filho de seu dono [estava na cisterna e os matasse], ele deveria pagar o preço do resgate. Mas se ele trouxesse seu boi com permissão, o dono do pátio seria responsável. Rabbi diz: Em todos esses casos ele não é responsável até que ele concorde em vigiá-lo [o boi].

(Versículo 4º) Se um boi quis [atacar] outro boi e feriu uma mulher e seus descendentes saíram [ocorreu aborto], seu dono não é responsável pelo valor da prole. Mas se um homem pretendesse atacar seu companheiro e atacar [por consequência do seu ataque] uma mulher e sua descendência, ele deve pagar o valor da prole. Como ele paga o valor da prole? Eles avaliam o valor [no mercado de escravos] da mulher antes de ela dar à luz e o valor depois que ela deu à luz. Rabban Shimon ben Gamaliel disse: Se assim for, uma vez que a mulher pare [dá a luz], ela é mais valiosa. Em vez disso, eles avaliam quanto os descendentes valeriam [se fossem vendidos como escravos], e ele [o acusado] paga ao marido, ou se ela não tem marido, a seus herdeiros. Se ela era uma escrava liberta ou convertida, ele está isento.

(Versículo 5º) Aquele que cava um poço em um domínio privado e este [poço] abre [um buraco] no domínio público, ou [cava um poço] em domínio público e este [poço] abre [um buraco] em um domínio privado, ou [cava um poço] em um domínio privado e este [poço] abre [um buraco] em outro domínio privado, ele [cavador] é responsável. Aquele que cavar um poço no domínio público e um boi ou burro caiu e morreu, ele [cavador] é responsável. Seja cavando um buraco, trincheira ou caverna, ou trincheiras ou canais, ele [cavador] é responsável. Sendo assim, por que diz “um poço” (Êxodo 21:33)? Assim como uma cova que é profunda o bastante para causar a morte [até a profundidade de] dez palmos, então [também se inclui] qualquer coisa que seja profunda o suficiente para causar a morte, [até a profundidade de] dez palmos. Se tivessem menos de dez palmos de profundidade e um boi ou um burro caíssem e morressem, ele [o cavador] estaria isento; Mas se isto [o que ele cavou] foi modificado [no quesito de profundidade], ele [o cavador] é responsável.

(Versículo 6º) Um poço pertencente a dois sócios, um passou por cima e não o cobriu [o poço], e o outro também passou por cima e não o cobriu [o poço], o segundo [sócio que por último passou pelo poço] é responsável [pelos possíveis danos causados a outrens a partir daquele momento]. Se o primeiro o cobrisse e o segundo viesse [e] descobrisse e não o cobrisse [novamente], o segundo [sócio] seria responsável [pelos possíveis danos causados a outrens a partir daquele momento]. Se ele [ o sócio que passou por último] o cobriu adequadamente e um boi ou um burro caiu nela e morreu, ele estaria isento. Se ele não cobrisse adequadamente e um boi ou um burro caísse e morresse, ele seria responsável. Se [o animal] caiu para a frente [não no poço, assustado] por causa do som da escavação, ele é responsável. Mas se [caiu] para trás [não no poço, assustado] por causa do som da escavação, ele está isento. Se um boi e seus vasos [cargas que o animal estava carregando] caíssem nele [no poço] e eles [vasos, as cargas] quebrassem, ou se um burro caísse nele com seus vasos [as cargas que o animal estava carregando] e eles fossem danificados, ele [o cavador] seria responsável pela besta [boi ou jumento], mas isento pelos seus vasos [suas cargas]. Se um boi que fosse surdo, deficiente mental [insano] ou [ainda] jovem caísse [no poço], o dono é responsável. Se um menino, uma jovem ou um escravo ou uma escrava caiu, ele está isento.

(Versículo 7º) Tanto um boi como qualquer outro animal são semelhantes sob as leis relativas a cair em um buraco, separando [permanecer longe] do Monte Sinai, a restituição dupla [caso de roubo em que o ladrão é pego em flagrante], a restauração da propriedade perdida, descarga, amordaçamento, kilayim [proibição contra acoplamento misto ou arar com dois animais juntos] e o sábado [dia que os animais devem descansar]. Assim [em todos os casos citados antes] também [são incluídos] animais selvagens e pássaros. Sendo assim, por que foi dito “boi ou jumento”? Antes [quiçá], a Escritura falou no presente [do animal mais comum].

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Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.5.1?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 03/02/2019, consulted in 02/03/2019.).

Mishnah capítulo 4 – Tradução para Sefaria.org

(1º Versículo) Um boi que feriu[cortou] quatro ou cinco outros bois, um após um [consecutivamente um depois do outro]: ele pagará [indenizará & primeiramente] ao [o dono] do último boi ferido. Se permanecerem [os outros bois feridos anteriormente, mas ainda vivos], ele irá para [o dono & para o indenizar] do [boi ferido] anteriormente[retrospectivamente na ordem]. Se ainda houver [se ainda os outros bois anteriormente feridos estarem vivos], ele irá para [o dono do boi ferido] ferido antes do [boi ferido] anteriormente [citado imediatamente acima]. [O dono] dos últimos benefícios [do boi ferido primeiramente], as palavras do rabino Meir. Rabi Shimon diz [agora começa a elucidar a forma de indenização & no caso de apenas dois bois terem sido feridos, seguirá o raciocíonio como exemplo para todos os casos citados acima]: [Se era] um boi [o último atacado] que valeria duzentos gomos, [ou seja] um boi de duzentos e a carcaça não vale nada, este ganha cem e aquele ganha cem. [Se] voltar e ferir outro boi no valor de duzentos [e.g. caso prossiga o ataque contra outros bois], o [dono do] boi ferido por último recebe 100 e o dono do boi, anteriormente ferido, recebe cinquenta. [Se] ferir outro boi de duzentos [continuação do ataque do boi], o [dono do] boi ferido por último recebe 100, o [dono do] boi previamente ferido recebe cinquenta, e os dois primeiros recebem vinte e cinco.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.2?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 05/01/2019, consulted in 01/05/2019.).

Um boi que é advertido por [ferir] sua própria espécie, e não é advertido por [ferir] aquilo que não é sua própria espécie; ou é avisado por [ferir] pessoas e não ser avisado por [ferir] animais; ou é avisado por [ferir] crianças e não ser avisado por [ferir] adultos – aquele pelo qual é advertido [seu proprietário] paga indenização integral, e aquele pelo qual não é advertido [seu proprietário] paga metade dos danos. Eles disseram na frente do rabino Judah: E se for advertido para o sábado, e não é advertido para a semana? “Ele disse a eles:” Para [os prejuízos] nos sábados [seu proprietário] paga todos os danos e por [danos] durante a semana [seu proprietário] paga metade dos danos. “Quando é [o considerado] inofensivo? Depois que ele se abstém de [danificar] por três sábados dias.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.2?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 21/01/2019, consulted in 01/21/2019.).

(3º Versículo) Um boi de um israelita que feriu [cortou] um boi pertencente ao Templo, ou um boi pertencente ao Templo que feriu [cortou] um boi de um israelita, ele está isento, como diz: “O boi que pertence ao seu próximo” (Êxodo 21:35). ), e não um boi pertencente ao Templo. Um boi de um israelita que feriu [cortou] um boi de um não-judeu, ele está isento. E um boi de um não-judeu que feriu [cortou] o boi de um israelita, quer o boi seja inofensivo ou um perigo atestado, seu dono paga danos completos.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.3?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 21/01/2019, consulted in 01/21/2019.).

(4º Versículo) [Se] um boi de uma pessoa comum [fisicamente ou civilmente autônoma] entorpece o boi de um surdo-mudo, de um insano (debilitado mentalmente ou cognitivamente), ou de um menor [menor de idade], ele é obrigado a pagar o dando. [Se] um boi de um surdo-mudo, de um inválido (debilitado) ou de um menor de idade, feriu o boi de uma pessoa comum [fisicamente ou civilmente autônoma], ele [o proprietário do boi que atacou] está isento. [Se] um boi é de um surdo-mudo, de um insano (debilitado mentalmente ou cognitivamente) ou de um menor [menor de idade], a corte nomeia um guardião sobre eles [nomeia um representante no caso dos bois ferirem] e eles [os proprietários prejudicados] testemunham contra eles [os três tipos de pessoas mencionados anteriormente] na presença do guardião [o representante nomeado]. [Se] o surdo-mudo recuperou a audição, ou inválido (debilitado) recuperou sua saúde, ou o menor [menor de idade] chegou à maioridade, [o boi] volta a ser inofensivo, segundo as palavras do rabino Meir. Rabino Yose diz [ainda]: permanece em sua presunção. Um boi do pasto [que está no seu domínio natural] não pode ser condenado à morte, como se diz: “Quando o sangue escorrer” (Êxodo 21:28), e não quando outros o causarem [e.g. entrar no domínio, no pasto].

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.4?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 21/01/2019, consulted in 01/21/2019.).

(5º Versículo) Um boi que feriu uma pessoa e ele morreu: Se [o boi] era comprovado ser um perigo [seu dono] deve pagar o resgate, Se era inofensivo, ele está isento de pagar o resgate. Em ambos os casos, o boi é obrigado pela [setenciado à] pena de morte. Então também [se matou] um filho ou uma filha. Se ele feriu um escravo ou uma escrava, ele pagará trinta sela, se [o escravo] valia isso ou mesmo se não valia nem um dinar.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.5?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 24/01/2019, consulted in 01/24/2019.).

(6º Versículo) Se um boi estivesse esfregando contra uma parede e [a parede] caísse sobre uma pessoa; ou se pretendia matar um animal e matou [ao final] um homem; ou um não-judeu e matou um israelita; ou um nascido prematuro e matou uma criança viável, é isento [da morte].

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.6?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 24/01/2019, consulted in 01/24/2019.).

(7º Versículo) Um boi de uma mulher, ou o boi de órfãos, ou o boi de um guardião [representante de alguém, tutor], ou um boi selvagem, ou um boi pertencente ao Templo, ou um boi pertencente a um convertido que morreu e não tem herdeiros, todos são responsáveis pela pena de morte. Rabi Yehudah diz: Um boi selvagem, ou um boi pertencente ao Templo, ou um boi pertencente a um convertido que morreu estão isentos da morte, já que eles não têm donos.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.7?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 24/01/2019, consulted in 01/24/2019.).

(8º Versículo) Se um boi é levado [condenado a] ser apedrejado e seus proprietários o dedicaram ao Templo, ele não [mais] é considerado dedicado. Se ele foi abatido, sua carne é proibida [considerada impura para ritos litúrgicos ou para alimentação]. Mas se antes de sua sentença estar completa seu dono a dedicou, é dedicado. E se ele foi abatido [antes da setença ser proferida], sua carne é permitida [ao consumo e ao uso litúrgico].

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.8?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 24/01/2019, consulted in 01/24/2019.).

(9º Versículo) Se ele [o proprietário] o entregasse [o boi] a um tutor não pago, ou a um devedor, ou a um tutor pago, ou a um alugador, eles tomariam o lugar dos proprietários; [e então, se o boi fosse] um perigo atestado [o novo proprietário] pagaria danos completos, e um boi inofensivo [o novo proprietário] pagaria metade dos danos. Se o dono amarrá-lo com um cabresto ou trancá-lo corretamente, mas ele saiu e causou danos, o proprietário é responsável, se era um perigo atestado ou considerado inofensivo, [segundo] as palavras do rabino Meir. Rabbi Yehudah [que] diz: [se era] Um boi inofensivo [o proprietário atual] é responsável, mas [se era] um perigo atestado é isento, [pois] como diz, “e seu dono não o guardou” [o boi que era inofensivo], e [o boi atestado ser perigso] foi guardado. O rabino Eliezer diz: [o boi] Só pode ser guardado pela faca.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah_Bava_Kamma.4.9?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 24/01/2019, consulted in 01/24/2019.).

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Mishnah capítulo 3 – Tradução para Sefaria.org

(1º Versículo) [Se] alguém coloca uma jarra em domínio público e outra vem e tropeça nela e a quebra, ele está isento [de dano ao jarro]. E se ele foi ferido por ele, o dono do barril é responsável por seus danos. [Se] o pote quebrou em domínio público e outro escorregou na água [derramada], ou foi ferido por seus cacos, [o dono do pote é] responsável. Rabi Judah diz que, se intencional, ele é responsável. Se não intencional, ele está isento.

(2º Versículo) [Se] alguém derramar água em domínio público, e outro for danificado por ele, ele é obrigado a pagar indenização. Aquele que esconde espinhos ou vidro [no domínio público], ou alguém que constrói sua cerca [na fronteira com o domínio público] com espinhos, ou uma cerca que cai no domínio público – se outras pessoas ficaram feridas, ele é obrigado a pagar danos.

(3º Versículo) [Se] alguém traz sua palha [ou colmo] para o domínio público para fertilizante e outra pessoa foi prejudicado por eles, ele é responsável pelos danos. E [ainda mais], quem primeiro [toma posse] deles tem direito [à palha]. O Rabino Shimon ben Gamaliel diz que quem destrói [objetos] no domínio público, causando dano é responsável por pagar, e quem primeiro [toma posse] deles tem direito. [Se] alguém vira esterco no domínio público e outro é prejudicado por ele, ele é responsável pelo dano.

(3º Versículo) [No caso de] dois ceramistas que estavam andando um atrás do outro, e o primeiro tropeçou e caiu, e o segundo tropeçou no primeiro, o primeiro [oleiro] é responsável pelo dano ao segundo [oleiro].

(4º Versículo) Um veio com seu barril e um veio com seu raio. [Se] o jarro deste alguém foi quebrado no feixe deste, [o dono do feixe] está isento, porque este tem permissão para andar e este [também] tem permissão para andar. Se o dono do feixe estivesse na frente, e o dono do barril estivesse atrás, [então] se o barril quebrasse no feixe, o dono do feixe estaria isento. [Mas] se o dono do feixe parou, ele é responsável. [Mas] se ele disser ao dono do barril: “Pare”, ele está isento. Se o dono do barril estava na frente, e o dono do feixe estava atrás, [então] se o barril quebrou no feixe, então ele é responsável. [Mas] se o dono do barril parou, ele está isento. [Mas] se ele disser ao dono do feixe, “Pare”, ele é responsável. Assim também [o caso] daquele que vem com sua candeia e um com seu linho.

(5º Versículo) [No caso em que] duas pessoas estavam transitando em domínio público, uma correndo e a outra andando, ou se ambas estavam correndo, e se danificaram uma com a outra, ambas estão isentas.

(6º Versículo) [Se] uma pessoa estava cortando [madeira] em um domínio privado e [assim] causou danos no domínio público, ou [corta madeira] no domínio público e causou danos em um domínio privado ou [corta madeira] em um domínio privado e causado dano em um domínio privado diferente, ele é responsável.

(7º Versículo) [Se] dois bois que são categorizados como “tam” (significando que eles não se provaram “muad”, ou propensos a causar dano) ferem um ao outro, eles pagam metade do dano do excesso (isto é, os danos a um são subtraído dos danos do outro, a diferença é calculada, e o dono do boi que causou o maior dano paga metade da diferença). [Se] ambos [bois] são categorizados como “muad” (propensos a causar dano), eles pagam danos completos do excesso. [No caso em que] um [boi] é um “tam” e um outro é um “muad”: [Se] o “muad” prejudica o “tam”, seu dono paga todos os danos do excesso. [Se] o “tam” prejudica o “muad”, seu dono paga metade dos danos do excesso. E da mesma forma, [no caso de] dois homens que se machucaram mutuamente, eles [tanto o dono do boi quanto o homem ferido] pagam os danos completos do excesso. [Se] um homem feriu um “muad” [boi] e o “muad” feriu o homem, ambos [tanto o dono do boi quanto o homem ferido] pagam danos completos do excesso. [Se] um homem feriu um “tam” [boi] e o “tam” feriu o homem: [Se o dano causado pelo homem] ao “tam” [é maior] então ele paga os danos completos do excesso. [Se a lesão causada pelo] “tam” ao homem [é maior], então ele [o dono do boi] paga metade do dano do excesso. Rabi Akiva diz, mesmo [no caso em que a lesão causada pelo] “tam” ao homem [é maior], ele [o dono do boi] paga os danos completos do excesso.

(8º Versículo) [Com relação ao caso de] um boi que valha (100 zuz) que feriu [matou] um boi de 200 [zuz] e a carcaça [do boi morto] não valha nada, ele [o dono do boi morto] leva o boi [vivo]. [Com relação ao caso de] um boi que valeria 200 [zuz] e que feriu [matou] um boi no valor de 200 [zuz] e a carcaça não valha nada: diz o rabino Meir, este é o caso referido pelo verso (Êxodo 21:35) ” E eles venderão o boi vivo e dividirão seu valor. Rabi Judah disse-lhe: “E esta é verdadeiramente a lei?” Você cumpriu [o verso], “E eles venderão o boi vivo e dividirão seu valor”, mas você não cumpriu [a continuação do verso] “E eles também dividirão os mortos [boi]”. Como poder ser isto? Isto se refere ao [caso de] um boi no valor de 200 [zuz] que entalhou [cortou e matou] um boi no valor de 200 [zuz] e a carcaça vale 50 zuz, então aquele leva metade do valor do boi [vivo] e metade do valor do morto [boi], e este leva metade do valor do vivo [boi] e metade do valor do morto [boi].

(9º Versículo) Existe [um caso] em que alguém é responsável pela ação de seu boi, mas isento de sua própria ação, [e um caso] onde ele está isento para a ação de seu boi, mas responsável por sua própria ação. [Se] seu boi envergonhou [outra pessoa], ele está isento. [Mas se] ele envergonhar [outra pessoa], ele é responsável. [Se] seu boi cegou o olho de seu escravo ou nocauteou seu dente, ele está isento. [Mas se] ele cegou o olho de seu escravo ou nocauteou seu dente, ele é responsável. [Se] seu boi feriu seu pai ou mãe, ele é responsável. [Mas se] ele feriu seu pai ou mãe, ele está isento (de danos monetários). [Se] seu boi acendeu uma pilha de grãos no sábado, ele é responsável. [Mas se] ele acendeu uma pilha de grãos no sábado, ele está isento (de danos monetários). [Nos dois últimos casos, ele está isento de danos monetários] porque é responsável pela pena de morte.

(10º Versículo ) [Se] um boi perseguia outro boi e causava dano. Este diz “Seu boi está danificado”, e aquele diz: “Não, seu boi foi ferido em uma rocha”, o ônus da prova é sobre aquele que deseja ser compensado. Se dois [bois] estavam correndo atrás de um [boi], este aqui diz: “Seu boi danificou [feriu]”, e este aqui diz: “Seu boi danificou [feriu]”, ambos estão isentos. Se ambos os [bois] pertenciam a um único proprietário, ambos são responsáveis. Se um era grande e um era pequeno, e o ferido [dono] diz: “O grande danificou [feriu]”, e aquele que feriu [dono] diz: “Não, o pequeno danificou [feriu]” … [Ou se] um era um ” tam “(observadamente não ser habitual à infligir danos) e um era um” muad “(observadamente habituado à infligir danos), e o ferido [proprietário] diz:” O ‘muad’ danificado [ferido] “, e o acusador diz:” Não, o ‘tam’ é que danificou [feriu] “… … [nestes casos] o ônus da prova cabe àquele que deseja ser compensado. Se dois [bois] foram danificados [feridos], um grande e outro pequeno, e dois [bois] é que causaram o dano [ferimento], um grande e outro pequeno … … O ferido [proprietário] diz: “O grande danificou o grande e o pequeno danificou o pequeno “, e o que danificou diz,” Não, o pequeno feriu o grande e o grande feriu o pequeno “… [Ou se] um era um” tam “e um era um “muad”, e o ferido [proprietário] diz: “O ‘muad’ danificou o grande e o ‘tam’ danificou o pequeno”, e aquele que danificou diz: “Não, o ‘tam’ feriu o grande e o ‘muad’ feriu o pequeno “… [nestes casos] o ônus da prova cabe àquele que deseja ser compensado.

Fonte original: https://www.sefaria.org/translate/Mishnah%20Bava%20Kamma%203:11?next=/Mishnah_Bava_Kamma.3.11?lang=bi&with=all&lang2=en (consultado em 01/01/2019, consulted in 01/01/2019).

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